Brief 16 – Playmobil
27 jun
Um mundo de faz-de-conta, de miniatura… um mundo de combinações.
Vamos dar asas à imaginação.
Roube, melhor, tome emprestado os bonequinhos de seu irmãozinho mais novo e analise o produto, resgate sua infância. Tente trabalhar o racional e o emocional sob o mesmo patamar.
A palavra de ordem é brincar com palavras, elementos e conceitos de modo a fazer diretor de criação lembrar-se da sua supercoleção de Playmobil ;-)
Breve Histórico
A linha de brinquedos PLAYMOBIL foi criada nos anos 70, pela companhia alemã Geobra Brandstätter, como resposta à primeira crise do petróleo. No inicio dos anos 70 com a alta do preço do petróleo (matéria-prima para seus tratores de plástico), a empresa foi obrigada a buscar uma alternativa. Nesta busca nasceu o PLAYMOBIL.
Criado por Hans Beck, chefe do Departamento de Desenvolvimento da Geobra Brandstätter, os bonecos PLAYMOBIL começaram a ser vendidos em 1974, após três anos de pesquisas com desenhos de crianças, da onde veio a cabeça desproporcionalmente maior do que o corpo e os rostos pintados, somente, com dois olhos e uma boca sorrindo.
No Brasil o PLAYMOBIL chegou no ano de 1976 ficando até 1997, quando a estrela parou de os comercializar.
Produto
Depois de longos 11 anos, a Sunny Importadora trás novamente para o Brasil a linha PLAYMOBIL com bonequinhos mais evoluídos. “Podemos encontrar bonecos de todos os tipos: brancos, negros, índios, xerifes, bandidos, caubóis e a cavalaria americana, reis, princesas, cavaleiros medievais, jardineiros, operários da construção civil, pilotos de aviões e de carros de corrida, médicos, bombeiros e policiais. Animais que estão representados, entre outros, na fazenda, zoológico e aventura na selva. São vários veículos, e espaçonaves intergalácticas e até uma ferrovia completa com controle remoto. Além de avião, barco pirata, castelo e povoado viking, agora também tem casa completa, palácio e supermercado, conta Sharon Candi Czitrom, diretora de comunicação e marketing da Sunny.
Entre as novidades haverá uma linha para crianças menores de quatro anos, sem peças pequenas, com pés e mãos fixos (como eram os originais) e mais figuras com motivos femininos a fim de atrair as meninas.
Com distribuição prevista até abril nas principais lojas de brinquedos de São Paulo e Rio de Janeiro, e também pela internet nos sites de compra Submarino e Americanas.com, a Sunny Importadora prevê com o reposicionamento do brinquedo, um faturamento de cerca R$ 10 milhões para este segundo semestre de 2008.
Preço
Os preços são váriaveis, podendo ser encontrados no mercado a partir de R$ 14,90.
Público-Alvo
Sexo: Masculino e feminino
O principal target são crianças a partir de 3 anos, mas certamente muita gente vai se divertir com a volta de Playmobil às lojas brasileiras.
Classes: A e B
Concorrente
LEGO – Líder de mercado e um dos principais concorrentes do Playmobil, a Lego possui uma linha variada de brinquedos temáticos (filmes, desenhos animados, lugares, épocas…). Investiu na reformulação de sua linha de brinquedos, que além de contar com os tradicionais blocos de montar, também possui tipos diferenciados de bonecos e peças. Em relação aos concorrentes seu custo é bem alto.
Objetivos de Comunicação
Os simpáticos bonequinhos estão fora do mercado nacional há mais de dez anos – a Estrela parou de fabricar, em 1995, e de comercializar, em 1997 – e agora voltam ao País pela importadora Sunny.
Desafio
- Reposicionar o produto no mercado brasileiro, com uma comunicação que atraia tanto pais quanto filhos.
Informações
http://www.playclicks.com/galeria/index.php?cat=2
http://www.playmobil.com.br/
Envie até duas peças avulsas (conceito ou arte diferente) ou uma campanha composta por até 3 peças sequenciais por criativo ou dupla.
Bat-email: portfoliosemvergonha@yahoo.com.br
Formato das peças: JPG e em RGB com até 250kb cada peça avulsa ou, se for 3 peças de uma campanha, juntas devem pesar até 450kb.
Prazo: até 11h59min59seg do dia 15 de julho.
Júri: André Amoedo – redator da agência baiana com filial em Angola Engenhonovo Propaganda
Somos SINERGIA. Não apenas competitividade.
Créditos do brief: Super Priscila















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