
Segundo Lightman, de Lie to Me: “Uma pessoa normal conta 3 mentiras a cada 10min”. Ah, se a gente criasse 3 ideias bacanas em 10 dias.
Este é mais um brief da série “Colunistas da Casa do Galo”. Espero que goste e, se não gostar, não precisa mentir. Táqui o twitter do responsável: @leoluz
Trata-se de um brief curto? Sim.
Interessante? Sem dúvidas.
Foda? Muito.
E vale um descontão na inscrição do evento. O primeiro lugar leva 40 reais de desconto.
“A verdade existe. Só a mentira pode ser inventada” (George Braque).
Chega de briefingzinho filé. Nada de meias verdades para carro, camisinha, campanha humanitária, nada disso. Mas fiquem calmos, o Brief 35 é sobre um assunto que eu tenho certeza que vocês, publicitários ou não, conhecem muito bem: a mentira.
A série Lie to me, da Fox, estreou há pouco tempo no Brasil e já virou febre. Em cada festa ou bar que você vai tem um babaca dizendo que você está mentindo porque mexeu no nariz ou olhou pra baixo. Mas antes de continuar, vou ambientar quem esteve contando histórias de pescador nos últimos meses e ainda não conhece a série.
Lie to me traz o dia-a-dia de uma equipe de profissionais cuja especialidade é detectar mentiras. Eles são cientistas e seus serviços são solicitados por várias entidades, como o FBI, a CIA, a polícia, empresas privadas ou mesmo pessoas normais que queiram descobrir se uma determinada pessoa está mentindo. O líder da equipe é o Dr. Cal Lightman, um cientista que há anos estuda a fundo o comportamento humano. A equipe também é formada pela psicóloga Gillian Foster, pelo pesquisador Eli Locker e por Ria Torres, uma mulher com um talento nato para interpretar expressões humanas de humor e de sentimentos. Essa equipe, camarada, pode descobrir até que aquela veiculação que você disse que sua peça teve, foi na verdade na revista de bordo do ônibus Nova Iguaçu Cordovil.
Então, apaixonados pelo Pinóquio dessa nave Sem-Vergonha, mãos à obra. A série teve boa aceitação, mas mais pessoas ainda precisam ficar sabendo que ela existe. Os fantasmas de Friends e Lost são grandes! E o seu portfólio pode ficar manêro com uma peça nesses moldes.
Desafio
O que fazer para divulgar mais a série? A esta altura do campeonato, só um anunciozinho página simples ou dupla não resolveria. Por isso acreditamos em formatos diferenciados.
Além do habitual – que poderia muito bem variar para ilha, classificados, cinta, rodapé – enfim, pensamos que, tendo em vista o objetivo de comunicação, o mobiliário urbano cairia mui bien.
Dê uma olhada na banca de jurados deste desafio. MUPI, defesa, justificativa, ação legal e diferenciada podem soltar frissons da dupla. Considere isto.
A palavra de ordem é potencializar a mensagem.
Nota do autor do brief: Não sei como essa peça se chama em São Paulo e outras capitais, mas aqui na ensolarada e festiva cidade do Rio de Janeiro, mobiliário urbano é isso:

O lugar vocês podem informar na defesa da peça: ponto de ônibus, perto de cinema, motel etc. Mas queremos algo DIFERENTE, e não “sacadinha”.
Nota do PSV: nunca uma defesa se fez tão necessária. Tá certo que ela não entra no portfólio impresso, mas pode caber no virtual. Além disso, a especialidade do júri pede uma ligeira justificativa, sob forma de planejamento.
P.S. Se depois deste brief começarem a utilizar detector de mentiras nas entrevistas, pau no bumbum dos mentirosos. :-P
Jurados
Roberta Carusi: Redatora por 10 anos, há seis é Planner e trabalhou na Sight (hoje Momentum), SD, Ponto de Criação, Banco de Eventos entre outras. Hoje atua como freelancer, colabora no Uptade or Die e escreve no Blog Planejamento Criativo.
Waguerê Vitorino: Diretor de Criação com mais de 15 anos de estrada, diretor de Arte de formação, trabalhou em agências como Ponto de Criação, Rock, SD e, hoje, está à frente da equipe criativa da Agita Brasil.
Prazo: 27/11 sem choro nem vela.
Participe do Point Ésse-Vê
Pára de miguelança e faz logo a sua inscrição. Tá chegando a hora do evento!
Créditos (banners e tags):
Britão
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